As três últimas reuniões do Conselho Regional de Desenvolvimento Rural de Marília tiveram como um dos temas principais o Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável (PRDRS).
Na reunião do mês de março foram convidados os segmentos oficiais e privados ligados ao desenvolvimento rural da região para apresentação das estratégias de construção do Plano Regional. Na ocasião, os técnicos da CATI Regional de Marília apresentaram os Planos Municipais aos presentes e a metodologia proposta para o desenvolvimento do PRDRS, com o propósito de apresentar as questões que afetam a vida das comunidades rurais.
No mês de abril, os representantes de instituições oficiais e privadas ligadas ao desenvolvimento rural sustentável, como Secretarias Estaduais, Cooperativas, Associações, Sindicatos, entre outros, formaram grupos específicos, para estudo das questões relacionadas à saúde, educação, segurança, cultura, turismo que estão nos Planos Municipais e que são de interesse regional, para traçar diretrizes para o meio rural.
Já em maio, o Conselho se reuniu novamente para constituir grupos para estudos das cadeias produtivas priorizadas na região, que são: café, pecuária de leite, pecuária de corte, olericultura, fruticultura e mandioca.
Cada grupo terá um coordenador e será constituído com representantes de todos os elos da cadeia produtiva, tais como insumos, produtores rurais, setores de transformação, mercado formal, consumidores, além de agentes financeiros, Universidades e órgãos de pesquisa.
O objetivo desses grupos será estudar as fortalezas e fraquezas, ameaças, oportunidades, potencialidades das cadeias produtivas identificadas nos Planos Municipais, e propor diretrizes regionais para o possível rearranjo dessas cadeias. Esses grupos deverão apresentar até o final do mês de junho propostas e diretrizes que serão apreciadas por uma plenária em reunião do Conselho para consolidação do Plano.
terça-feira, 8 de junho de 2010
CATI Regional Marília trabalha na construção de PRDRS
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Agricultores discutem cadeias produtivas
O Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável (PRDRS) é uma junção dos Planos Municipais (PMDRS), elaborados pelos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural (CMDR) de cada município da CATI Regional de Avaré, com a participação dos produtores rurais.
A próxima reunião de produtores que representam a cadeia de bovinocultura mista (leite/corte) e horticultura (frutas, legumes e verduras) acontece no dia 19 de Maio de 2010, quarta-feira, às 13h00 horas na sede CATI Regional Avaré.
De acordo com o engenheiro agrônomo Sérgio Faria, coordenador do Grupo de Trabalho, o PRDRS aumentará as possibilidades de soluções de problemas, ampliando as oportunidades, aumentando o poder de negociação para implantação de políticas públicas que beneficiem o produtor e a sociedade e promovendo o desenvolvimento regional de forma sustentável.
Segundo ele, o PRDRS os produtores e técnicos da CATI dos municípios de Águas de Santa Bárbara, Arandu, Avaré, Barão de Antonina, Cerqueira César, Coronel Macedo, Iáras, Itaí, Manduri, Paranapanema e Taquarituba estão trabalhando na elaboração do plano, sendo a bovinocultura mista (Leite/Corte), horticultura (frutas, legumes e verduras), café, grãos, florestamento, piscicultura, mandioca e ovinocultura (ovelha/carneiro), as cadeias produtivas discutidas nas reuniões.
Para a engenheira agrônoma Karina Midori Isa, chefe da Casa da Agricultura de Iaras, “a participação de produtores destas cadeias é essencial para representar de forma verdadeira a situação que se encontra a agricultura e pecuária da região de Avaré”.
Ela explica que o conceito de “cadeia produtiva” é todo caminho percorrido por um produto durante seu processo de transformação envolvendo desde a sua extração e manuseio no campo, beneficiamento, distribuição e sua disponibilização ao consumidor final. Os produtores rurais interessados em participar das reuniões, sobre estas e outras cadeias produtivas, informe-se na Casa da Agricultura de seu município.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Regional de Fernandópolis promove oficina de Planejamento e Elaboração do PRDRS
Aconteceu nos dias 16 e 17 de março, em Fernandópolis, a Oficina de Planejamento e Elaboração do Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável.
O objetivo foi elaborar o Plano de forma participativa, tendo como base os Planos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentàvel, que garantam o acesso dos produtores rurais às políticas pùblicas e ao trabalho integrado com as principais cadeias produtivas a nível regional.
Estiveram presentes 11 técnicos de Casas da Agricultura que compõem a regional de Fernandópolis: Estrela D'Oeste, Fernandópolis, Indiaporã, Guarani D'Oeste, Macedônia, Mira Estrela, Meridiano, Ouroeste, Populina, Turmalina, Pedranópolis e São João das Duas Pontes. Também participaram da oficina 13 Conselheiros Regionais e os Assistentes de Planejamento Mauro Leitão Linhares, Mauro Macchi e Carlos Roberto de Oliveira e o diretor da CATI Regional, Luiz Carlos Pagotto.
terça-feira, 16 de março de 2010
CATI Avaré realiza oficina para Plano Regional
Nesta quarta e quinta-feira, dias 17 e 18 de março, a CATI Regional Avaré realiza uma Oficina Técnica visando capacitar agricultores integrantes dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural – CMDRs e técnicos das Casas da Agricultura de Águas de Santa Barbara, Avaré, Arandu, Barão de Antonina, Cerqueira César, Coronel Macedo, Iaras, Itaí, Itaporanga, Manduri, Paranapanema e Taquarituba e iniciar os trabalhos de elaboração do Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável - PRDRS.
Segundo Sérgio Faria, engenheiro agrônomo da Regional, a oficina será feita com recursos do Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA, através de convênio com a SAA/CATI.
Antonio Rangel, diretor da CATI Regional de Avaré, explica que participarão da oficina um técnico de cada município e um representante de cada CMDR dos 12 municípios abrangidos pela Regional. “Nosso objetivo é elaborar um plano regional que leve em consideração as características de cada município e as principais cadeias produtivas já apontadas no Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável – PMDRS”.
Sérgio Faria lembra que o Plano Regional é importante, pois permite aumentar as possibilidades de solução de problemas comuns à região, ampliar o aproveitamento das oportunidades existentes, aumentar o poder de negociação para implantação de políticas públicas que beneficiem o produtor e a sociedade e promover o desenvolvimento regional de forma sustentável.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
CMDR de Buritama aprova contrato de gestão
O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural e a Casa da Agricultura de Buritama, pertencente à CATI Regional de General Salgado, realizaram, no dia 10 de fevereiro, uma reunião sobre o contrato de gestão 2010, que estabelece as diretrizes para o desenvolvimento da agropecuária no município.
Segundo a engenheira agrônoma Mirele Vinhas Voltolini, chefe da Casa da Agricultura, foram elaborados seis contratos para trabalhar os temas ATER (assistência técnica e extensão rural), organização rural, leite, seringueira, comercialização e recuperação de áreas degradadas nas microbacias hidrográficas e os conselheiros deram o parecer favorável para a execução dos projetos.
Foram priorizados, dentro desses contratos, algumas iniciativas propostas no Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável – PMDRS. A partir daí, criou-se os projetos que serão executados em 2010. “Indiscutivelmente esse planejamento é necessário para direcionar a equipe da Casa da Agricultura na execução de suas tarefas diárias com metas estabelecidas”, explica Mirele.
Para Paulo Antônio Duarte, presidente do CMDR e vice-presidente do Conselho Regional, isso é inovador. “Eu nunca tinha visto uma proposta como essa, que considero ousada e inovadora, gostamos muito e somos favoráveis à sua implantação porque temos a certeza que conseguiremos resultados positivos, significando produtores ganhando dinheiro e satisfeitos”, relata.
Mirele falou que através desses contratos será possível ficar mais próximo do produtor rural atuando com uma extensão rural eficaz e eficiente, além de valorizar e dar oportunidades para toda a equipe de trabalho pois “independente do cargo e função, todos atuarão diretamente nas ações e terão suas responsabilidades”.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Contrato de gestão é tema de palestra em Avaré
Contando com a presença dos membros dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural (CMDRs) e dos técnicos das Casas da Agricultura (CAs) dos municípios de Avaré e região, o diretor da CATI Regional Avaré, engenheiro agrônomo Antonio Rangel, abordou recentemente durante reunião de trabalho administrativo e técnico, a importância dos contratos de gestão exigidos pela coordenadoria da CATI Campinas.
Rangel destacou que os contratos servirão para que as CAs não trabalhem apenas com as demandas, mas sim com o planejamento adequado das atividades a serem realizadas durante o exercício de 2.010 através de projetos bem elaborados, executáveis e com acompanhamento de sua eficácia junto ao público alvo das CAs.
Utilizando uma abordagem didática interessante de duas orquestras de músicos existentes numa região, o engenheiro agrônomo André Luis Gonçalves da Silva, da CATI Regional Avaré, falou sobre como é fundamental o técnico ter comprometimento com os trabalhos desenvolvidos nas CAs, com a visão e a missão da CATI enquanto órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) responsável pela assistência técnica e extensão rural aos pequenos e médios produtores rurais e agricultores familiares.
Muito feliz em sua exposição, André Luis deixou claro que temos de nos esforçar para sermos bons “músicos”, termos bons “instrumentos” e excelentes “partituras” para que a música seja bem executada e seja aquela que a platéia (no caso os agricultores) queira ouvir. Tudo está interligado, ou seja, um depende do outro para seu sucesso ou fracasso.
Fazendo uma analogia, os músicos são os técnicos, CMDRs, prefeituras, funcionários, os instrumentos são a estrutura e equipamentos das CAs e as partituras são as ações, programas e projetos da CATI e da SAA. Então, se cada um destes elos não estiver comprometido em desempenhar o melhor, em dar o melhor de si, não se atinge o alvo que é melhorar a qualidade de vida do homem do campo e de sua família, gerando mais renda e fixando-o na terra.
Na sequência da reunião, o médico veterinário Paulo Tamassia Pégolo falou sobre o CATI LEITE, enfatizando que todos técnicos da Regional Avaré não devem apenas ater-se aos relatórios ou números do projeto, mas sim se esforçar em melhorar, definitivamente, a qualidade de vida de quem está na atividade leiteira, proporcionando mais qualidade do leite produzido, redução do custo de produção, e, consequentemente, maior renda para o agricultor.
O engenheiro agrônomo Newton Tamassia Pégolo discorreu e orientou os técnicos sobre os atuais convênios da CATI (PEMH II, MDA, etc). Já o engenheiro agrônomo Sérgio Augusto Martins Faria falou sobre a elaboração do Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável (PRDRS), enfatizando a abordagem por cadeias produtivas e aptidão natural de cada município por uma cultura ou criação, lembrando que é fundamental a participação dos conselheiros dos CMDRs no debate e construção do PRDRS.
CRDR Avaré tem novo presidente
O Conselho Regional de Desenvolvimento Rural – CRDR, da região da CATI Avaré, composto de doze municípios, realizou nesta sexta-feira, 21, a eleição para a nova Diretoria Executiva para o mandato 2.010/2.012 e deu posse aos eleitos. O CRDR é um colegiado rural regional formado pelos membros dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural (CMDR) que tem a função de orientar as políticas públicas da agricultura de uma região e levar suas demandas até o Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural (CEDR), que por sua vez as encaminha à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e esta ao governador do Estado.
Com seis votos, o novo presidente é o agricultor Edson do Amaral e Silva, da Estância Hidromineral de Águas de Santa Bárbara/SP. A vice-presidente é a agricultora Rosmary Batista Fogaça, da Microbacia do Bairro dos Rochas, em Avaré, que obteve quatro votos. O secretário Executivo do CRDR é o engenheiro agrônomo Antonio Rangel, diretor da CATI Regional Avaré.
A eleição contou com a presença dos presidentes, vice-presidentes e membros da maioria dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural – CMDRs da área de abrangência da CATI Regional Avaré.
Amaral agradeceu a confiança nele depositada e afirmou em seu discurso de posse que pretende unir os agricultores e trabalhar de modo participativo. Ele assume no lugar do ex-presidente Manoel José Rahmi Garcia, de Itaí/SP. “Só o presidente, o vice e o secretário atuando sozinhos não chegam a lugar algum. Temos que ter a participação de todos. Não podemos vir apenas para cumprir tabela, mas sim trazer sugestões, idéias e disposição para minimizarmos os problemas dos agricultores. Temos de buscar sanar a maior parte dos problemas apresentados aqui nas reuniões, quer seja por parte dos CMDRs ou até mesmo por parte de um produtor que venha diretamente trazer o problema aqui para a CATI”, ressaltou Amaral.
Rangel parabenizou o novo presidente do CRDR Avaré e a lisura do processo eleitoral e afirmou que todos devem participar e trabalhar para um CRDR forte. “Vamos iniciar os trabalhos com o treinamento dos conselheiros para elaboração do Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável – PRDRS, definição do calendário de reuniões do colegiado, planejamento e metas de atuação do colegiado”, explicou.
Rangel completou dizendo os conselheiros do CRDR Avaré podem contar com todo apoio da estrutura técnica e administrativa da CATI Regional para desenvolver as ações. “O que for preciso de contato com o secretário estadual da Agricultura, do coordenador da CATI, conte conosco. Qualquer problema com a Casa da Agricultura de seu município ou se algo estiver ocorrendo de errado, o canal de comunicação é a CATI Regional de Avaré”, destacou.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Coordenador visita a Regional de Orlândia
Em visita à CATI Regional de Orlândia, no dia 13 de janeiro, o coordenador da CATI, José Luiz Fontes, se reuniu com o diretor, Luis Gustavo Lopes, os engenheiros agrônomos e o pessoal administrativo da Regional e das Casas da Agricultura dos 12 municípios atendidos por ela.
Na ocasião, foram todos ouvidos pelo coordenador, falando dos principais projetos que são desenvolvidos nas Casas de Agricultura e das principais demandas dos agricultores, sendo que são desenvolvidos nestes municípios o Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas, Programa Viva Leite, Programa CATI-Leite, Pró-Trator, FEAP, Pronaf, Recolhimento de Embalagem de Agrotóxicos, Vendas de Sementes CATI e Trabalho de Extensão Rural.Em seguida, o coordenador falou das prioridades da sua gestão, da necessidade de planejamento das atividades, dos projetos, programas e ações para viabilizar a sustentabilidade do agronegócio regional, dando ênfase à importância das Casas da Agricultura presentes nos municípios, principalmente para atender os pequenos e médios produtores, enfocando que cada município tem suas características próprias.
Segundo ele, os trabalhos são realizados com as principais cadeias produtivas onde estão inseridos os produtores rurais, mas também visa atender qualquer agricultor, seja ele pequeno, médio ou grande que venha procurar a Casa da Agricultura, para que seja bem atendido. Uma das principais ações da CATI é a integração de políticas públicas, que, entre outras finalidades, visa à identificação de linhas de crédito e fazer com que o mesmo chegue ao produtor rural.
Atualmente, cada município da regional tem seu Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável, que foi elaborado juntamente com o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, sindicatos rurais, sindicatos dos trabalhadores rurais, agricultores, empresas e Prefeitos. Neste plano estão enfocadas as principais cadeias produtivas, estudando os seus gargalos, seus pontos fortes, ações propostas e as diretrizes para o desenvolvimento rural.
Com este plano, são feitos os planejamentos para se atingir os objetivos esperados por todos os elos das cadeias produtivas, procurando gerar emprego e renda, para todos que direta ou indiretamente façam parte destas cadeias produtivas.
Após a reunião, encerrando os trabalhos, todos participaram de uma confraternização.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
CRDR de Franca tem nova diretoria
No dia 12 de janeiro, o Conselho Regional de Desenvolvimento Rural de Franca se reuniu no auditorio da CATI Regional para participar da eleição da nova diretoria e iniciar os trabalhos de elaboração do Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável.
A reunião foi bastante participativa e contou com a presença de nove presidentes de conselho e dois vice-presidentes.
Para a nova diretoria do CRDR de Franca foram eleitos Antonio Jorge Neto, de Pedregulho e Tércio Renato Marques Tostes, de Batatais, como presidente e vice, respectivamente.
O novo presidente é produtor rural atuante, presidente do CMDR de pedregulho e presidente há mais de 10 anos da Associação dos Produtores Rurais do Bairro Primavera e é membro da diretoria da FAMHESP.
O mesmo já tomou posse do cargo e disse que quer ser parceiro da CATI Regional e Casas da Agricultura, para fortalecer cada vez mais as associações e defender os interesses dos agricultores da região.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
CATI Regional Limeira realiza oficina de planejamento e elaboração do Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável
O Conselho Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável e a CATI Regional de Limeira se reuniram, nos últimos dias 14 e 15 de dezembro, na Universidade Livre do Meio Ambiente (UMASQ) em Leme para uma oficina que contou com a presença de 32 conselheiros e técnicos.
Na ocasião, o diretor da Regional, Carlos Tessari Habermann, fez a abertura do evento e falou sobre a importância do Conselho em articular e regular políticas públicas para o desenvolvimento rural sustentável. “Criar melhores condições para os agricultores é uma meta a ser cumprida pelo Conselho. Para isso, utilizaremos o Plano Regional, para realizar ações e atingir o desenvolvimento rural sustentável”, afirmou o diretor.
Durante este encontro também foram empossados os novos presidente e vice-presidente do conselho. Para isto, foi realizada votação dos presidentes e conselheiros dos CMDR. O médico veterinário Ricardo José Schmidt, presidente do CMDR de Rio Claro foi eleito com maioria dos fotos como presidente do Conselho Regional, tendo como vice-presidente o Sr. José Eduardo Bonilha Ribeiro, do CMDR de Porto Ferreira.
Na sequência do evento, o Eng.º Agrônomo Vivaldo Alberto Viganó do EDR de Limeira apresentou uma consolidação dos Planos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável elaborados na Regional (principais cadeias produtivas e programas presentes nos planos municipais) e o modelo do Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável. Foram definidas como estratégias de elaboração do Plano Regional, reuniões de trabalho mensais, o diagnóstico participativo das cadeias produtivas e dos principais problemas do meio rural.
A próxima reunião do Conselho ocorrerá dia 26 de janeiro de 2010, no Sindicato Rural de Rio Claro.
Conselho recebe apoio da CATI para elaboração do Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável
Após várias reuniões dos Conselhos Municipais da região, os Planos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável (PMDRS) estão em fases finais de elaboração. Agora chegou a vez do Conselho Regional elaborar o Plano Regional de Desenvolvimento Sustentável (PRDR).
Com esse propósito, a CATI Regional de Andradina promoveu nos dias 09 e 10 dezembro na Associação Comercial e Industrial de Mirandópolis, uma Oficina de Trabalho, objetivando a mobilização do Conselho Regional para priorização das Cadeias Produtivas e estabelecer estratégias de ações para elaboração do Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável com metas previstas para 4 anos (2010 /2013). Este Plano deverá contemplar as cadeias produtivas mais importantes, presentes na maioria dos municípios da região, que contribuem para o desenvolvimento rural de forma sustentável.
Sua elaboração conta com os princípios de metodologia participativa, ouvindo os membros do Conselho Regional de Desenvolvimento Rural, da mesma forma como ocorreu com os Conselhos Municipais em seus respectivos municípios, com a participação das comunidades rurais de forma representativa, bem como das autoridades constituídas de diversos órgãos oficiais ligadas diretamente ao setor agropecuário, que deram uma grande contribuição para a conclusão dos trabalhos. Vale lembrar que as metas e as ações propostas no Plano, contemplam todos os elos da cadeia produtiva, desde o sistema de produção agropecuária envolvendo a utilização de insumos e máquinas agrícolas, transporte, industrialização dos produtos, comercialização até chegar ao consumidor final.
Dessa maneira será possível diagnosticar os pontos de estrangulamento das diversas cadeias, estudando de forma organizada os seus elos, analisando suas potencialidades e dificuldades gerais, que poderão contribuir para o surgimento de novas oportunidades para fortalecimento do setor rural e melhoria da qualidade de vida das famílias do campo.
Além da preocupação com os fatores tecnológicos, em busca de melhoria da produtividade agropecuária, esse planejamento também é voltado para os aspectos sociais, econômicos e ambientais. Tanto é que estão sendo levantados os dados nas áreas de saúde, educação, segurança, transporte, esporte, lazer e de meio ambiente no setor rural para priorização de metas de médio e longo prazo, objetivando o bem estar dessas comunidades rurais.
Outro ponto positivo desses Planos Municipais e do Plano Regional é que, de posse desse planejamento, as administrações municipais poderão buscar recursos através de políticas públicas estadual e federal para investimentos tanto no setor agropecuário de seus municípios, como coletivamente para toda a região.
Além das cadeias produtivas já indicadas para os municípios, os membros do Conselho Regional já elegeram nessa oficina, as 5 cadeias mais importantes para a região em ordem de prioridade respectivamente: Leite, Carne Bovina, Fruticultura, Olericultura e Cana-de-Açúcar, levando em conta que a região de Andradina possui 13 municípios.